Protestantes, os cristãos pioneiros?

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A Paz de Jesus e Maria! Gostaria de saber se no protestantismo sempre se usou óleo p. unção, pois sempre morei vizinho a protestantes e nunca tinha tomado conhecimento disso e agora eles usam óleo p. ungir as pessoas e é como se fossem PIONEIROS nessa prática! Obrigada.”

O uso de óleos é tão antigo como a Bíblia. No AT, era muito usado para santificar pessoas e objetos, consagrar algo ou alguém a Deus. Era visto como um óleo especial, com 'poderes'. No mundo antigo o azeite especificamente tinha grande valor e era usado para todo tipo de ritual.
No NT, apresenta-se geralmente com a intenção de ser um remédio.
A prática de sua utilização vai mudando dependendo dos costumes e se adaptando às intenções com que são usados.
No cristianismo, especificamente nas práticas da Igreja de Cristo que foi se formando, a católica, com o passar do tempo três finalidades se estabeleceram usando óleo, que são os chamados 'santos óleos': óleo dos catecúmenos, óleo dos enfermos e óleo para a crisma.

Portanto, de 'pioneiros' os protestantes não têm nada. Nem podem ter, pois o protestantismo que começou no século 16, sempre foi apenas uma imitação falsa e mentirosa do catolicismo. Seria mais honesto se os protestantes chamassem a si próprios de ‘anti-católicos’ e não de cristãos.

Claro que se você for "conversar" com um protestante (*) a respeito do cristianismo, ele vai vomitar um monte de afirmações que ninguém pode provar sobre a história e sobre a "corrupção da igreja romana", para justificar sua falta de FÉ na promessa de Cristo ao enviar os apóstolos a evangelizar o mundo quando iniciou sua Igreja, pouco antes da ascensão aos céus: "e as portas do inferno não prevalecerão contra ela".
O protestante usa subterfúgios, distorções e muitas vezes de calúnias nas quais acredita piamente porque QUER crer que a Igreja católica é um antro de monstruosidades. Não é que ele não crê em Cristo (ele crê parcialmente), mas como ele não busca a verdade, ele simplesmente não quer saber de nada que possa contrariá-lo e evitar que persista no erro, preferindo criar seu próprio 'jesus' e chamando o próprio umbigo de Espírito Santo.
As pessoas não vão para o inferno porque crêem ou não, mas porque QUEREM crer numa mentira ou NÃO QUEREM crer na verdade plena revelada pela Igreja corpo místico de Cristo, o que significa não haver interesse em buscar a verdade, mas apenas satisfazer suas necessidades e conveniências. O resto é consequência.

Portanto, no fim é sempre uma questão de fé, de crer em TUDO o que Nosso Senhor Jesus Cristo disse e não apenas em parte, no que é mais conveniente, ou crer mais em Lutero ou no pastor da esquina que se auto-intitula 'bispo' ou 'abençoado' (!), do que no magistério da Igreja que começou com Cristo, persiste através da sucessão apostólica e vai existir até seu retorno conforme sua promessa.

(*) Ressalva: 'protestante' aqui não é todo e qualquer um, mas os mais instruídos, que têm responsabilidade. A maioria dos fiéis que nem sabe a diferença entre uma Missa, culto de adoração verdadeiro e perfeito, e um culto faz-de-conta das comunidades eclesiais não-católicas, achando 'tudo parecido', este não sabe o que faz e não é a este protestante, maioria, a que me refiro.

Claudio Maria


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