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Artigo

Criminalização do aborto não aumenta mortalidade materna

Fonte: Bein Better

Por Everth Queiroz Oliveira

 

A Plos One, uma das maiores revistas científicas do mundo, vem desmascarar mais uma grande mentira contada pelas ONGs feministas e promotoras da “cultura de morte”. Segundo a pesquisa, que recebeu destaque na ACI Digital, (ver abaixo) a proibição do aborto não aumenta a mortalidade materna. “Uma das descobertas mais importantes da pesquisa foi que, ao contrário do que dizem as hipóteses sustentadas pelos abortistas, desde que o aborto foi declarado ilegal no Chile, no final da década de 1980, a taxa de mortalidade materna diminuiu de 41,3 até 12,7 por cada 100.000 crianças nascidas vivas. Isto significa uma redução de 69,2 por cento.”

 

Então, o que está por trás do aumento da mortalidade materna? O dr. Elard Koch, epidemiologista e desenvolvedor do estudo, afirmou que é a educação das mulheres que melhora a sua capacidade “para buscar os recursos existentes de atendimento a saúde, incluindo pessoal qualificado para o parto”. E é isto, lembrou o médico, que “conduz diretamente a uma redução no risco de morrer durante a gravidez e o parto”.

 

Essa pesquisa desenvolvida no Chile – país cuja legislação deve ser modelo para todas as nações latino-americanas – vem mostrar como é falaciosa a tese de que “o aborto é questão de saúde pública”. Repetida ad nauseam pelos defensores da legalização do aborto, esta frase ganha o crédito de praticamente toda a cúpula feminina do Partido dos Trabalhadores. A última ministra escolhida pelo governo Dilma para a Secretaria de Políticas para Mulheres, unida às outras ministras que estão no cargo desde o início do mandato, sustentam o mesmo pensamento. O problema não seria as crianças que são mortas em todos os abortos provocados, mas sim a saúde das mulheres que querem matar seus filhos com segurança.

 

Como essas senhoras explicariam este estudo desenvolvido no Chile? Como se comportariam vendo desmoronar diante da simples realidade dos fatos a ideia que há tanto tempo endossam? Mais: por que essas coisas não aparecem na mídia? Por que os meios de comunicação só propagam estatísticas mentirosas – como as que contabilizam 200 mil mortes em decorrência de abortos clandestinos? Por que não apresentam simplesmente a verdade, doa a quem doer?

 

Um silêncio generalizado paira no ar. Urge, pois, quebrarmos este silêncio, conclamando os cristãos de nosso país a lutar pela dignidade da vida humana, protestando contra o Judiciário injusto, repudiando a “cultura de morte” da qual muitas vezes o próprio governo se faz porta-voz… E, sobretudo, neste ano de eleições, votando em candidatos que estejam comprometidos com a agenda pró-vida. Oremos, implorando à bem-aventurada Virgem Maria que interceda por nossa nação, a fim de que seja livre da maldição do aborto.

 

Graça e paz.

Salve Maria Santíssima!

 

Estudo: Proibição do aborto não aumenta mortalidade materna (fonte: ACI Digital)

SANTIAGO, 09 Mai. 12

Um novo estudo realizado no Chile, com informação recolhida durante cinquenta anos, confirmou que um maior acesso ao aborto não produz uma diminuição na taxa de mortalidade materna.

 

A pesquisa "Nível de educação das mulheres, instalações da saúde materna, legislação sobre o aborto e mortalidade materna: um experimento natural no Chile desde 1957 até 2007", foi publicada no dia 4 de maio no PLoS ONE, a maior revista científica do mundo.

 

Uma das descobertas mais importantes da pesquisa foi que, ao contrario do que dizem as hipóteses sustentadas pelos abortistas, desde que o aborto foi declarado ilegal no Chile, no final da década de 1980, a taxa de mortalidade materna diminuiu de 41.3 até 12.7 por cada 100.000 crianças nascidas vivas. Isto significa uma redução de 69,2 por cento.

 

O Dr. Elard Koch, epidemiologista e principal autor do estudo, destacou que "definitivamente, a proibição legal do aborto não está relacionada com as taxas globais de mortalidade materna".

 

Para o estudo, os cientistas usaram dados oficiais do Instituto Nacional de Estatística do Chile, entre os anos 1957 e 2007. Os autores analisaram os fatores que podem afetar a mortalidade materna como, os anos de educação, o ingresso per capita, a taxa global de fecundidade, o fornecimento de água potável, entre outros.

 

A pesquisa considerou também o impacto das políticas de educação e saúde materna, incluída a legislação que proibiu o aborto no Chile no ano de 1989.

 

O Dr. Koch insistiu que é a educação das mulheres o que melhora sua capacidade "para buscar os recursos existentes de atendimento a saúde, incluindo pessoal qualificado para o parto, e conduz diretamente a uma redução no risco de morrer durante a gravidez e o parto".

 

A pesquisa revelou que o Chile, um país onde está proibido qualquer tipo de aborto, é um paradigma em saúde materna a nível mundial, pois a taxa de mortalidade materna diminuiu em 93,8 por cento entre 1957 e 2007.

 

O Dr. Koch destacou que "de fato, durante o ano de 2008 a taxa de mortalidade materna se reduziu novamente, a 16.5 por cada 100.000 nascidos vivos, colocando o Chile como o segundo país com a proporção mais baixa no continente americano, depois do Canadá".

 

De acordo com o cientista, a taxa de mortalidade materna do Chile está dois pontos abaixo da dos Estados Unidos.

 

Em fevereiro de 2011, Chile recebeu o prêmio International Protect Life Award (a proteção internacional da vida), por ser o país com a taxa mais baixa de mortalidade materna na América Latina.

 

Entre as variáveis que influíram na redução da mortalidade materna no Chile se encontram a formação de pessoal qualificado para o atendimento materno-infantil, a nutrição complementar para mulheres grávidas e para seus filhos, assim como a limpeza das instalações.

 

Mas o fator mais importante foi o nível educativo das mulheres. Por cada ano adicional de educação da mãe, observou-se uma diminuição correspondente na taxa de mortalidade materna de 29,3 por 100.000 nascidos vivos.

 

Entretanto, para o Dr. Koch, esta pesquisa mostra um "paradoxo da fertilidade" na saúde materna, pois embora "a educação ajudou a que o Chile alcance um dos recordes mundiais em segurança para a maternidade, também contribuiu para diminuir a fertilidade e atrasar excessivamente a maternidade, pondo às mães em risco por serem já de maior idade".

O problema atual, de acordo ao cientista, já não é quantos filhos tem uma mãe, mas sim "quando uma mãe tem seus filhos, especialmente o primeiro deles".

 


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